Entre pautas e dilemas amorosos, eu reconheço que não tenho sido muito sábio. Mas é difícil, visto que eu sempre me deixei levar pelo coração. Mesmo que isso pareça um absurdo para você, não me culpe: sou fruto de um sistema ilusório, criado aleatoriamente para tentar convencer a mim mesmo. Confuso, não? Pode até ser... Só sei que as ilusões servem de conforto para a minha mente: é melhor criar um mundo imaginário, onde tudo acontece da forma planejada, do que aguentar os espinhos de uma vida sem qualquer sentido e, sem mais alternativas, ver-me afogado em um mar de lágrimas.
Para que viemos ao mundo? Para sofrer por amor? Sei lá... Mas ainda bem que as mazelas não são proporcionais à quantidade de lágrimas...
terça-feira, 19 de maio de 2009
quinta-feira, 7 de maio de 2009
domingo, 26 de abril de 2009
Quem poderia imaginar que um dia eu torceria para o Corinthians? Qual seria a razão? Alguma raiva oculta do time da baixada? Não. O Santos é o Santos... O meu lado racional queria torcer para o time pequeno, claro. Mas, sei lá, havia algo diferente. Eu até comemorei o golaço do Ronaldo!
Talvez seja a sua influência, mar e ar...
P.S.: Meu coração ainda é verde e branco. É que você o invadiu sem pedir autorização... Deu no que deu, mar e ar.
Talvez seja a sua influência, mar e ar...
P.S.: Meu coração ainda é verde e branco. É que você o invadiu sem pedir autorização... Deu no que deu, mar e ar.
sábado, 25 de abril de 2009
Devastação da Calma
As nuvens surgiam densas
Por todo lado da serra
Como montanhas suspensas
Com fímbrias da cor da terra
A terrível saraivada
Caia tão arrojada
Parecia um desespero
O zigue-zague em seu jogo
Fingiam cobras de fogo
Brigando no nevoeiro
Fortes colunas de vento
Vinham desequilibradas
Num grande deslocamento
Em ondas desencontradas
As árvores se retorciam
Línguas de fogo desciam
Com toda brutalidade
O globo todo aluía
Parecendo que fugia
Aos sopros da tempestade
(Cordel do Fogo Encantado)
Por todo lado da serra
Como montanhas suspensas
Com fímbrias da cor da terra
A terrível saraivada
Caia tão arrojada
Parecia um desespero
O zigue-zague em seu jogo
Fingiam cobras de fogo
Brigando no nevoeiro
Fortes colunas de vento
Vinham desequilibradas
Num grande deslocamento
Em ondas desencontradas
As árvores se retorciam
Línguas de fogo desciam
Com toda brutalidade
O globo todo aluía
Parecendo que fugia
Aos sopros da tempestade
(Cordel do Fogo Encantado)
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Mesa do Escobar. Uma música ridícula de som ambiente. Eu querendo escutar Play the Part. É a vida... A solução foi tapar os ouvidos e começar a cantarolar a música da Little Joy. Acho que sou exigente demais. Fato. Mas aguentar a tal das borboletas já é sacanagem.
quarta-feira, 22 de abril de 2009
É nessas horas que a gente tenta esquecer de tudo, fingindo que nada aconteceu. Não é fácil, claro. É como tentar curar as feridas causadas por esse amor ridículo. Piada. Mas, agora tanto faz. Parece que o vazio já está preenchido, e que as dúvidas foram esclarecidas - é impressionante como as pessoas mudam. Sabe o que acho? Melhor assim... Muito melhor assim.
terça-feira, 21 de abril de 2009
Muito bem, o blog está criado. Acabei cedendo a esse maremoto digital que sempre me amolou - já cedi há tempos, de certa forma. Na verdade, eu queria ter nascido lá pelo século VII, sei lá. No tempo em que se lutava pela honra e pela glória! Mas isso é assunto para outra postagem... É, acho que estou vendo muitos filmes medievais... Fazer o quê?
Queria compartilhar um poema do seu Manoel, o mestre, porcamente adaptado por mim:
Eu sou dois seres.
O primeiro é fruto do amor de Eduardo e Edna.
O segundo é letral: E fruto de uma natureza que pensa por imagens,
Como diria Paul Valéry.
O primeiro está aqui de unha, roupa, chapéu
e vaidades.
O segundo está aqui em letras, sílabas, vaidades
Frases.
E aceitamos que você empregue o seu amor em nós.
Queria compartilhar um poema do seu Manoel, o mestre, porcamente adaptado por mim:
Eu sou dois seres.
O primeiro é fruto do amor de Eduardo e Edna.
O segundo é letral: E fruto de uma natureza que pensa por imagens,
Como diria Paul Valéry.
O primeiro está aqui de unha, roupa, chapéu
e vaidades.
O segundo está aqui em letras, sílabas, vaidades
Frases.
E aceitamos que você empregue o seu amor em nós.
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